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14 de abr. de 2010

Configurando domínios no Ubuntu com o Bind

Como eu nunca tinha tido a necessidade de configurar um servidor de DNS, não tinha a menor idéia, e procurando pelo Google, encontrei o Pinguim's Place do Alexandro Silva com um post show de bola que ensina como configurar o Bind9 no Ubuntu para rodar configurar domínios no servidor local.

Segui o tutorial completo eu tive o mesmo problema quando tentei reiniciar o bind com o comando

sudo /etc/init.d/bind9 restart


e ganhava como resposta:

* Stopping domain name service... bind9 [ OK ]
* Starting domain name service... bind9 [fail]


Depois de olhar o log do meu Ubuntu:

grep named /var/log/syslog | less


Percebi que tinha um problema com as aspas utilizada pelo tutorial e as aspas que são aceitas pelo meu Ubuntu 9.10 - o Karmic Koala.

Apr 14 19:08:58 kelow named[9747]: loading configuration from '/etc/bind/named.conf'
Apr 14 19:08:58 kelow named[9747]: /etc/bind/named.conf.local:13: expected quoted string near '“'

Dai foi fácil, editei o named.conf.local alterando as aspas e consegui corrigir esse problema.

O próximo passo foi configurar o dominio para criar um ambiente de teste para o meu projeto do www.guiatiete.com.br para funcionar localmente como http://guiatiete/ já que tenho várias aplicações e enche o saco ficar configurando uma coisa e outra por conta da diferença da estrutura real com o ambiente de teste...

Então descobri que tinha que configurar o virtualhost no apache2 do meu Ubuntu e segui a dica do Isaque Alves na comunidade Viva o Linux.

1. Primeiro copiando a configuração padrão para um novo arquivo:

sudo cp /etc/apache2/sites-available/default /etc/apache2/sites-available/guiatiete.local


2. Fiz todas as alterações necessárias na VirtualHost tag, ServerName, DocumentRoot, Directory tag, etc... super simples...

3. Depois editei o arquivo /etc/hosts adicionando a linha

127.0.0.1 guiatiete.local guiatiete


4. Habilitei o novo dominio com o comando:

sudo a2ensite


5. Por último foi só reiniciar o apache com o comando:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

8 de abr. de 2010

Atalhos para os comandos básicos do Rails

Encontrei uma ótima dica no "http://simplesideias.com.br/criando-atalhos-para-os-comandos-mais-usados-do-rails/">blog do Nando Vieira sobre como facilitar a vida de quem desenvolve ou
está estudando Rails e usa linux.

A dica é para criar atalhos para os comandos básicos do Ruby on Rails e evitar ter que toda hora ficar digitando

script/[comando]

A solução é criar ou editar o arquivo:

/home/usuario/.bash_aliases

E adicionar o seguinte conteúdo:

#rails

alias server="script/server"
alias rconsole="script/console"
alias rlog="tail -f ./log/development.log"
alias controller="script/generate controller"
alias model="script/generate model"
alias scaffold="script/generate scaffold"
alias migrate="rake migrate"
alias migration="script/generate migration"

Depois conforme o Rafa Martins comentou na página do Nando, talvez seja preciso editar o arquivo:

/home/usuario/.bashrc

E, descomentar as linhas:

if [ -f ~/.bash_aliases ]; then.
~/.bash_aliases
fi

No meu Ubuntu foi necessário fechar o terminal e entrar novamente para que então os atalhos estivessem disponíveis para uso.

Mas valeu a pena, agora ficou bem mais prático.

Depois que criar a estrutura básica da aplicação com o comando "rails nomedoprojeto" é só entrar dentro da pasta e digitar:

#create controller
controller say

#create model
model User

#start server
server

etc... :) Legal, né?

7 de abr. de 2010

Instalando o aMSN 0.98.3

Foi bem mais trabalhoso do que eu imaginava e resolvi criar esse post na esperança de tentar ajudar outras pessoas que não tenha a mesma paciência ou habilidade com o linux, não que eu seja expert nesse sistema operacional, mas a cada dia vou me familiarizando mais e mais com o meu Ubuntu :)

O primeiro passo foi baixar a versão Tarball Source do aMSN 0.98.3

Fiz a descompactação do arquivo comprimido e executei o tradicional "./configure" dentro do diretório e ai começaram os problemas.

Então foi necessário instalar algumas bibliotecas:

sudo apt-get install tcl-dev
sudo apt-get install tk-dev
sudo apt-get install libpng-dev
sudo apt-get install libjpeg-dev
sudo apt-get install build-essential libgstreamer0.10-0 gstreamer0.10-plugins-base gstreamer0.10-plugins-good gstreamer0.10-plugins-bad gstreamer0.10-plugins-farsight gstreamer0.10-tools gstreamer0.10-alsa

Feito isso tentei novamente o tradicional "./configure" e foi necessário instalar o Farsight

Então baixei o Farsight2 que é um framework para lidar com os protocolos de áudio / vídeo conferência utilizados pelo aMSN e seguindo as orientações da página do desenvolvedor executei o comando abaixo para fazer a instalação do mesmo:

./configure --prefix=/usr --disable-gtk-doc

E como vocês podem imaginar é claro, não funcionou de primeira!

Já que para executar-lo foi necessário instalar um pacote de dependência

sudo apt-get install libnice-dev

E tentando preparar o instalador do Farsight2 com o ./configure recebia a mensagem

No package 'gstreamer-0.10' found

E descobri nessa página como resolver essa dependência executando o comando
sudo apt-get install libgstreamer0.10-dev libgstreamer-plugins-base0.10-dev
Pensei comigo, agora vai!

E então recebi uma nova mensagem
could not find Python headers
E nessa outra página peguei a dica de que tinha que instalar mais bibliotecas
sudo apt-get install python-dev python-gtk2-dev

Mas foi necessário baixar e instalar a biblioteca GST Python.

Como ainda assim não funcionava encontrei no Google uma wiki de usuários do aMSN onde recomendava baixar as últimas versões do libnice and farsight2

E assim segui a recomendação baixando, descompactando e instalando primeiro o libnice com a sequência de comandos abaixo:

./configure --prefix=/usr --disable-gtk-doc
make
sudo make install

Para depois finalmente consegui instalar o farsight2, saindo do diretório do libnice e entrando no diretório correspondente ao farsight2 e executando os comandos abaixo:

./configure --prefix=/usr --disable-python --disable-gtk-doc
make
sudo make install

Seguido do comando para compartilhar as novas bibliotecas.

sudo ldconfig

E então voltei ao diretório do aMSN 0.98.3 e finalmente consegui instalar com a sequência

./configure
make clean
make
sudo make install

Meio confuso mas foi assim que consegui atualizar o meu aMSN :)

7 de mar. de 2010

Senha de Root do Kelow?!

Ganhei um Computador Kelow Kv W4t10 Lsb Core 2 Duo 2,8ghz, Ram 4gb, Hd 1 Terabyte, DVD-RW com a distribuição do Linux Ubuntu da VoVó Baísa. Presente de aniversário adiantado!

Presentão!

Legal, comecei a acolhida ao mais novo membro da família e o sistema informou que o Ubuntu 9.10 estava disponível para atualização (a versão do Ubuntu instalada por padrão era a 9.04 - o Jaunty Jackalope - lançado em abril de 2009).

Só que logo de tentar atualizar para a versão do Uuntu 9.10 o sistema pediu a senha do root e depois de uma rápida pesquisa no Google encontrei um post no site Viva o Linux alertando que por padrão todo o Ubuntu não tem o usuário root.

Após instalar o Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu, Edubuntu, a senha digitada no momento da instalação é do usuário que irá usar o sistema e não do root.

http://www.vivaolinux.com.br/dica/Como-criar-senha-de-root-no-Ubuntu

Que recomenda abrir o terminal e gravar a senha de root utilizando os comandos abaixo:

$ sudo passwd root
password: (digite a senha criada na instalação)
New Password Unix: (digite a senha que será do root)
Repeat Password Unix: (repita a senha que será do root)

Pensei: Maravilha, agora vou conseguir atualizar meu Ubuntu!

Só que logo de tentar gravar a senha pro root o sistema pediu a senha do usuário que eu estou logado e que chama-se "Usuario" e que foi criado na instalação do Ubuntu que não foi feita por mim. Ou seja, não tinha a menor idéia de qual era a senha e depois de tentar inúmeras senhas consegui executar o comando passwd com a senha "usuario" que foi a senha utilizaza durante a instalação do Ubuntu, então gravei uma senha para o root e voltei no Gerenciador de Atualizações e fui tentar então a senha criada e não funcionou de primeira! Mas para minha sorte funcionou com a senha "usuario" do usuário "Usuario" que foi criado durante a instalação do meu Kelow Ubuntu e não propriamente a senha do root como eu pensava.

Ou seja, acredito que não precisava nem ter criado a senha de root, era só ter informado a senha "usuario" quando o sistema pediu a senha de root, mas que na verdade não é bem a senha do root que ele queria e sim a senha para execução de comandos avançados do usuario "Usuario".

Espero que esse post economize o tempo de muita gente!!!